domingo, 6 de março de 2016

RELATÓRIO SECON MARÇO/2016

Nível SECON 4 - Prontidão Acima do Normal (Inteligência em alerta)

A Coréia do Norte colocou seu exército em prontidão nuclear. Kim Jong-un, ordenou que as armas nucleares norte-coreanas estejam prontas a ser utilizadas, "a qualquer momento" e disse que os comandantes militares devem estar prontos a lançar ataques preventivos, deixando em alerta forças aliadas e o ocidente.

Nos últimos dias, a Coréia do Norte disparou dezenas de mísseis de curto alcance no mar ao leste de seu território.

Diante de tais ameaças, a empresa DEFCON alterou seu alerta para 4, mas seguimos céticos com a possibilidade de guerra real, mas em alerta para eventuais provocações que podem acirrar as tensões na região.

Ainda na Ásia, aumentam as tensões com a China reivindicando a maior parte do mar em disputa com países como Malásia, Filipinas, Brunei e Vietnã. Os atritos aumentaram após a recente instalação chinesa de mísseis e jatos de guerra no disputado arquipélago de Paracelso. Países do bloco ASEAN e os EUA manifestaram preocupações com o ocorrido. Não acreditamos em confrontos diretos nesta disputa, porém, achamos que vai ter aumento de exercícios e ativos militares na região, escalando ainda mais as tensões.

No cenário global, Europa e Putin se aproximam após o cessar fogo da Síria ser aprovada. Putin disse nesta semana que seus ministros negociam com a OPEP a redução da produção do petróleo, fazendo os preços do barril subirem.

Apesar de demonstrarem sucesso sobre o acordo, ONGs registram 118 mortes desde a criação do cessar-fogo. A Turquia continua seus ataques contra alvos curdos e alvos do EI. Ainda seguimos céticos com o frágil cessar-fogo, apesar da aproximação do ocidente, árabes e russos.

O Estado Islâmico continua seus ataques terroristas no Iraque e na Síria. Porém, pode sofrer grandes baixas com o cessar-fogo, já que o grupo se tornará o alvo principal de todos os lados.

A Dinamarca envia 400 soldados para o Iraque e 7 caças F-16 para a Turquia para reforçar ataques da coalizão contra o Estado Islâmico.

Um relatório da ONU sublinha que o risco de intensificação da guerra no leste da Ucrânia "é elevado", denunciando o tráfico de armas da Rússia e um cessar-fogo frágil e frequentemente violado.

As forças armadas da Rússia, em uma jogada ousada, enviou submarinos para o mar de Barents para realizar ensaios de mísseis de seu novo sistema antimísseis. Dois submarinos Borei-Class foram colocados ao mar para realizar os exercícios.

Na África, o Boko Haram tem sofrido derrotas frequentes ante as forças da Nigéria, Níger e Camarões. Nas últimas operações, centenas de sequestrados, a maioria mulheres, foram libertados. Apesar de grandes avanços das forças armadas africanas, o Boko Haram ainda é uma ameaça considerável, podendo realizar grandes ataques terroristas nos próximos dias.

Na Líbia, as tensões aumentam e preparativos para intervenção militar avançam. Informações sobre o assunto têm-se multiplicado em Paris, Londres e Roma, confirmando que membros das forças especiais francesas, americanas e britânicas já se encontram na Líbia.

Sua missão é estabelecer contato com as forças no terreno, avaliar a situação, criar uma rede de inteligência e, talvez, armas e meios de comunicação. Além dos numerosos voos de reconhecimento realizados até o momento, o exército dos Estados Unidos realizou, pelo menos, dois ataques aéreos na Líbia, incluindo um em 19 de fevereiro contra um acampamento do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), perto de Sabratha, que causou 50 mortes e que provavelmente matou um dos líderes da organização.

O governo da Argélia alertou  para as consequências de uma eventual nova intervenção militar internacional na Líbia e reafirmou o seu apoio a uma solução política para a crise no país vizinho.

Como não poderia ser diferente, o cenário interno é de extrema alerta. Diante dos desdobramentos da lava jato, grupos contra e a favor do Governo entram em confronto em diversas cidades de São Paulo. Recebemos informações de que a inteligência do exército monitora com atenção todos os grupo dos dois lados, inclusive quartéis nas grandes capitais e cidades estratégicas se encontram em prontidão desde a última sexta.

Informações de bastidores dão conta que grupos de ambos os lados prometem manifestações e ações violentas. Rastreamos ações previstas para esta segunda-feira dia 7 de março.

Seguimos alertas com a possibilidade de eventos extremos aqui no Brasil, inclusive eventos que fujam do controle das autoridades, aconselhamos a todos a se prepararem para eventuais crises que possam ocorrer.

SECON (Sempre Guerra Defcon), é utilizado para nos prepararmos melhor em caso de grandes emergências, é baseado no sistema Defcon do Pentágono (Sistema de vigilância para preparação de Guerra Nuclear) e também na empresa privada Defcon Warning System.

Como o Defcon original, o SECON é baseado em escala decrescente de 5 a 1, sendo o 5 prontidão normal e 1 situação extrema de emergência.

O Relatório SECON será publicado no começo de cada mês no blog Sempre Guerra - http://sempreguerra.blogspot.com/ e no Grupo Sempre Guerra - https://www.facebook.com/groups/sempreguerra, porém, relatórios de emergência podem ser publicados a qualquer momento.

Quem ainda não entrou no Grupo Sempre Guerra, sugiro entrar para acompanhar as notícias em tempo real.

Segue a tabela de grau de alertas abaixo:
SECON 5 - Prontidão Normal
SECON 4 - Prontidão Acima do Normal (Inteligência em alerta)
SECON 3 - Prontidão em Alerta (Revisão dos planos de preparação)
SECON 2 - Prontidão Máxima (Início da preparação para Guerra ou Grandes Catástrofes)
SECON 1 - Guerra ou Catástrofe iminente - Todas as medidas de Preparação devem ser tomadas

Ainda não temos um plano de preparação do GRUPO Sempre Guerra, aconselhamos a todos a montarem ao seu próprio plano.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

RELATÓRIO ESTRATÉGICO 001/2016

RELATÓRIO ESTRATÉGICO 001/2016

- Bastidores da Guerra
Segundo o Ministério das Relações Exteriores russo, o Conselho OTAN-Rússia pode reunir-se antes do verão, acenando para a redução das tensões entre as partes, tendo como grande êxito o cessar-fogo na Síria.

Começa o cessar-fogo na Síria e a mídia ocidental demonstra o sucesso do plano nessas primeiras horas de não-guerra, mesmo com relatos de ataques. O cessar-fogo envolvem o governo de Assad e alguns grupos de rebeldes "moderados" que querem a queda de seu presidente. O acordo não vale para o Estado Islâmico, o que servirá de pretexto para todas as potências, regionais e mundiais, para a contínua escalada na região.

Nos últimos dias, chegaram relatos da mídia local, de que os países sunitas aconselharam a todos os seus cidadãos de abandonarem o Líbano, provavelmente uma proteção devido a uma grande ação que está por vir ou atentados de grandes proporções no país xiita. Tal ação coincide com o acúmulo de ativos militares dos sunitas na Turquia, liderados pela Arábia Saudita. Especialistas deduzem que, com o cessar-fogo em vigor na Síria, o conflito tende a ser continuada em outros países da região, porém, os supostos futuros ataques da Arábia na Síria, mesmo que visando o EI, pode mudar toda a estratégia na região.

- O fator Estado Islâmico
O Estado Islâmico voltou a avançar na Síria, no Iraque e na Líbia. Neste fim de semana, ataques coordenados no Iraque deixaram mais de 70 mortos e centenas de feridos. Com o cessar-fogo sírio, o fator EI pode traçar rumos da guerra na região. Ainda é cedo para dizer se os rebeldes, Assad e potências visarão agora o grupo extremista, nós do Sempre Guerra seguimos céticos com o frágil cessar-fogo, que pode acabar a qualquer momento.

- A guerra na África
A Líbia acusou recentemente a França de enviar tropas terrestres para ações militares clandestinas contra o Estado Islâmico no país. O frágil governo local tem bombardeado posições do EI no país, mas que não tem tido muito sucesso para frear os avanços do grupo extremista.

O Boko Haram sofreu grandes baixas nesta semana, Camarões afirma ter matado 92 membros do grupo e Nigéria libertou centenas de reféns. Os EUA cogitam ajudar a Nigéria na guerra contra o grupo extremista africano, ainda não está claro se a ajuda é humanitária ou ataques aéreos. Espera-se uma nova retaliação do grupo nos próximos dias.

- Tensão na Ásia
Aumentam as tensões com a China reivindicando a maior parte do mar em disputa com países como Malásia, Filipinas, Brunei e Vietnã. Os atritos aumentaram após a recente instalação chinesa de mísseis e jatos de guerra no disputado arquipélago de Paracelso. Países do bloco ASEAN e os EUA manifestaram preocupações com o ocorrido. Não acreditamos em confrontos diretos nesta disputa, porém, achamos que vai ter aumento de exercícios e ativos militares na região, escalando ainda mais as tensões.

- Ucrânia: Conflito não resolvido
Continuam os confrontos isolados nas regiões em disputa no leste ucraniano. Recentemente, funcionários ligados ao ministério da defesa ucraniana disseram às mídias locais que o país faz um planejamento de seus ativos militares, visando a recuperação da Criméia, anexada pela Rússia em 2014. A nossa opinião é que a Ucrânia não vai entrar em guerra direta com a Rússia e foi aconselhada pelos EUA de evitar quaisquer hostilidades, seguindo o acordo de cessar-fogo de Minsk. Portanto, a vez no xadrez ficará para a Rússia, que pode escalar o conflito ucraniano caso o acordo sírio não seja cumprido pelo ocidente e seus aliados.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

ATENÇÃO!

Caros amigos e seguidores do Sempre Guerra,

Teremos algumas mudanças na estrutura do Sempre Guerra, devido a falta de tempo dos adms, o Sempre Guerra mudará o seu objetivo.

Não tem como ser um blog com news em tempo real. Isso demanda muito tempo e dedicação dos adms e não temos conseguido conciliar.

Portanto, a prioridade será relatórios de inteligência, nos moldes do SECON, e serão publicados no blog Sempre Guerra - http://sempreguerra.blogspot.com/ e também no grupo Sempre Guerra - https://www.facebook.com/groups/sempreguerra.

Estes relatórios de inteligência serão publicados semanalmente e o relatório SECON nos primeiros dias de cada mês.

A página Sempre Guerra - https://www.facebook.com/SempreGuerrablog/ ficará em segundo plano neste momento, recomendo a todos que entrem para o grupo Sempre Guerra - https://www.facebook.com/groups/sempreguerra, pois os nossos adms ou nossos seguidores publicarão as Breakings News nela.

Já o twitter - https://twitter.com/sempreguerra continuará ativo, vou publicando algumas news interessantes nela também.

Abraços!

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

NOVA GUERRA FRIA ESQUENTA DEPOIS DE ABATE DE CAÇA RUSSO PELA TURQUIA!

Aconteceu o que todo mundo temia e, mais uma vez, o precário equilíbrio da paz mundial vai depender da cabeça fria de Putin

O incidente se deu na conturbada fronteira entre a Síria e a Turquia. O presidente turco, Tayiip Erdogan, acusou o avião russo de violar o espaço aéreo de seu país. Segundo as Forças Armadas turcas, dois aviões russos se aproximaram da fronteira. Advertidos, um deles desviou e o outro prosseguiu, tendo sido abatido quando havia percorrido cerca de dois quilômetros dentro do espaço aéreo da Turquia, mas caindo em território sírio. Erdogan garante que pedaços do avião caíram em território turco, ferindo duas pessoas.

Os pilotos do avião russo saltaram de paraquedas. No entanto, um deles pelo menos, foi morto por guerrilheiros anti-Assad que atuam, com apoio turco, nesta região da Síria. Estes anunciaram terem matado o segundo piloto, mas hoje (25) o presidente Vladimir Putin, da Rússia, disse que ele conseguiu escapar, socorrido pelo exército sírio.

No entanto, Putin, que nega que o avião russo entrou no espaço aéreo turco, afirmou também que um helicóptero enviado para resgatar os pilotos foi atacado pelos guerrilheiros, e que um de seus tripulantes morreu.

Putin considerou o ataque "uma facada nas costas". E acusou o governo de Erdogan de "apoiar' os terroristas do Estado Islâmico (EI). A maior parte da mídia do Ocidente está entre a cruz e a caldeirinha. Não gosta de Erdogan, mas detesta Putin. Os dedos em riste então se voltam contra Putin, e Erdogan é frequentemente citado como "defendendo o território da Turquia". E Putin, como um aventureiro na Síria, bombardeando os rebeldes indiscriminadamente para favorecer Assad.

A acusação retórica de Putin contra a Turquia, mesmo se for exagerada, tem alguma base na realidade. Analistas mais equilibrados têm apontado uma negligência – senão leniência – por parte do governo turco, em relação ao Estado Islâmico. A política externa regional da Turquia tem como inimigos principais os curdos e Bashar Al-Assad (de quem Erdogan já foi aliado). O grupo terrorista vinha sendo visto como um inimigo secundário.

Grupos guerrilheiros anti-Assad que a Turquia apoia, como os “Turkmens” (em inglês), na fronteira entre os dois países, vêm o Estado Islâmico como um “companheiro de caminho” na tentativa de derrubar Assad, não como inimigos. A aviação turca age na Síria – mas principalmente contra as posições curdas, que são os mais efetivos combatentes em terra contra o grupo.

Internamente, a situação também é complicada. Há de 15 mil a 20 mil combatentes "estrangeiros" lutando com o Estado Islâmico, a maior parte vinda do próprio Oriente Médio, do Norte da África ou da Europa. A rota destes últimos passa pela Turquia, sabidamente. Vão primeiro para o aeroporto de Istambul, depois para duas cidades no Sul da Turquia, Hatay e Gaziantep, e destas para a fronteira com a Síria, que atravessam por terra.

Embora as relações comerciais entre a Rússia e a Turquia sejam intensas, as relações diplomáticas e políticas entre os dois países já vêm se deteriorando há algum tempo, exatamente por causa da intervenção armada de Moscou na Síria em favor de Assad, e também contra o Estado Islâmico.

A Otan e os Estados Unidos apoiaram Erdogan, mas pediram "moderação" a Moscou e Ancara. A Turquia não parece disposta a recuar de sua retórica agressiva anti-Moscou. Ou seja, mais uma vez, o precário equilíbrio da paz mundial vai depender da cabeça fria do camarada Putin. Que, esperemos, a mantenha.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

TURQUIA DERRUBA CAÇA DA RÚSSIA

A aviação turca derrubou um avião militar russo perto da fronteira com a Síria nesta terça-feira (24), informou a presidência do país. Segundo a Turquia, o avião havia violado o seu espaço aéreo. Rússia nega a violação e diz que o abate foi um incidente muito sério.

- Kremlin chamou a queda de “um incidente muito sério”;
- Dois pilotos se ejetaram do caça abatido. Um teria sido morto pelos rebeldes sírios;
- OTAN convoca reunião extraordinária;

De acordo com a agência russa Interfax, o Ministério da Defesa russo confirmou que um de seus jatos foi derrubado na Síria, aparentemente após ser atingido por disparos do solo.

A autoridade disse, entretanto, que o jato Su-24 não havia violado o espaço aéreo turco. O ministério afirmou que os pilotos conseguiram se ejetar e chegaram ao solo de paraquedas. O governo de Moscou afirmou que pode provar que seu avião não deixou o espaço aéreo sírio.

"Durante o voo, o avião permaneceu todo o tempo sobre o território da Síria, como ficou registrado nos radares", declarou o Ministério da Defesa da Rússia.

O porta-voz do Kremlin chamou a queda de “um incidente muito sério”, mas disse ser muito cedo para chegar a conclusões.

A emissora "CNNTÜRK", porém, afirma que um deles acabou morrendo. O outro teria sido capturado por milícias turcomanas, de oposição ao regime de Bashar al-Assad, na região onde estão os helicópteros.

Segundo o Exército turco, o avião derrubado foi alertado dez vezes em um intervalo de cinco minutos sobre a violação do espaço aéreo. Dois jatos F-16 turcos que faziam patrulha na fronteira se envolveram na derrubada da aeronave.

Um oficial turco disse à Reuters que havia dois aviões de guerra foram alertados após entrarem no espaço aéreo do país antes de um deles ser derrubado.

Após o ocorrido, helicópteros russos começaram a sobrevoar a região no norte da Síria, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Em comunicado, a ONG afirmou que os helicópteros estão sobrevoando Jabal al Turkoman, vizinha à região turca de Iskenderún, onde um dos pilotos caiu.

Autoridades
As televisões difundiram imagens da queda do avião em chamas nas montanhas perto da fronteira turca, na província de Hatay.

Imagens da agência turca Anadolu mostraram os dois pilotos deixando a aeronave derrubada utilizando paraquedas.

O gabinete do primeiro-ministro, Ahmet Davutoglu, disse que ele falou com o chefe das Forças Armadas e com o Ministro das Relações Exteriores sobre acontecimentos na fronteira. O comunicado não mencionava a queda do jato.

O premiê ordenou que o ministro das Relações Exteriores entrasse em contato com a Otan, a ONU e países relacionados aos acontecimentos na região sobre o que aconteceu na fronteira.

A Otan convocou uma reunião extraordinária de seus 28 representantes permanentes.

A Aliança Atlântica afirmou anteriormente que estava em contato com a Turquia a respeito do incidente.

"A Otan segue de perto a situação. Estamos em contato com as autoridades turcas", afirmou a fonte.
Trata-se do primeiro avião perdido pelo grupo da Força Aérea da Rússia que bombardeia posições de organizações terroristas na Síria desde o último dia 30 de setembro.

A Turquia denunciou várias violações russas de seu espaço aéreo e alertou que derrubaria os aviões que voltassem a entrar sem autorização no território turco.

Na época, a Rússia reconheceu os incidentes e os atribuiu às más condições meteorológicas na região da base aérea de Jmeimim, usada pela Força Aérea do país na operação na Síria. Além disso, afirmou que o local está a apenas 30 quilômetros da fronteira sírio-turca.

A Turquia, que se opõe à intervenção militar russa na Síria, pediu o estabelecimento de uma área de exclusão aérea na fronteira entre os dois países.

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